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quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Já cá não venho há muito tempo.
A minha vida sofreu um grande trambolhão quando a minha relação de cinco anos terminou da pior forma.
Aconteceram algumas desgraças na família e eu ainda tive que ser forte pela minha mãe.
Mas eu agora tenho esperança de que a minha vida vai-se inverter.
Afinal de contas a vida é mesmo um ciclo.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012


E por vezes ouvir palavras, e engoli-las em seco, sem se puder contra-argumentar e sem se puder defender, apenas soletrar factos que nos tornam mais frágeis, é uma auto-humilhação tão grande. E faz-me tão mal. Apenas isto arruinou por completo o meu dia. 

sexta-feira, 20 de julho de 2012


Não sabes o quanto me magoas ao dizer isso, não sabes o quanto as tuas palavras ecoam dentro da minha cabeça quando voltas a afirmar isso. Não tens noção da dor que desencadeias, e do peso que despertas no peito. Aquela falta de ar, de tanto soluçar. Dói tanto. 

quarta-feira, 11 de julho de 2012



Só tem direito de opinar aquele que pretende realmente ajudar. 
Para além de afirmar o que eu deva fazer digam como eu o hei-de fazer. 
É fácil dar opiniões do que fariam se estivessem no meu lugar mas gostava de os ver no meu lugar, nas minhas circunstâncias e fazerem melhor. 

Não deixo que os outros me humilhem, e muito menos que me humilhe a mim mesma.

terça-feira, 19 de junho de 2012






Custa, e dói muito. E isto entristece-me. Esperava mais das pessoas que me rodeiam. Apoio emocional e psicológico. Depois ainda têm a lata de dizer que sou "um nariz empinado". Ao menos sou com razão, porque tudo o que estou a conquistar é por mérito próprio, totalmente eu e só eu. Eu não estou a ser orgulhosa mãe, eu estou a valorizar as conquistas que estão a ser obtidas apenas por mim mesma. Eu passei as tardes e noites todas de seguida a estudar e nessas horas ansiava sempre pela hora da refeição porque era a altura em que eu convivia e descontraia a cabeça que estava esgotada dos estudos intensivos. Nessas alturas tinha brincadeiras, eu sei, mas era mesmo só para descontrair e para ter coragem de enfrentar mais umas poucas horas a estudar. Mas tu, em vez de alinhares nessas brincadeiras para o meu bem, gritavas comigo. Magoa sim, muito. Esperava de ti apoio, apoio esse que no final das minhas conquistas eu afirmaria perante todos, sem algum tipo de vergonha, que essas mesmas conquistas foram conseguidas graças ao apoio incansável da minha mãe. Não foste a única que me desapontou. Mas eu tenho a certeza que quando for mãe não o farei, porque sei o quanto custa não ter ninguém, mesmo ninguém a apoiar nestes momentos cruciais. E não foi por falta de pedidos de indirectos. 


"Vai haver um dia em que te apercebes que estás sozinho, que não dependes de ninguém para construir o teu caminho e o teu mérito. Que não dependes, e que não precisas, e ainda bem. Não contes com ninguém para te ajudar a construir o futuro, ou o teu destino porque sairás sempre desiludido." Post de 8 de Junho.

quinta-feira, 24 de maio de 2012



Às vezes custa acreditar, pois esse esforço envolve dor e sofrimento. Envolve realidades distintas daquelas que desejamos. 
Não sei como pode haver a possibilidade de te ignorar e esquecer. Não sei como é que isso pode constar como opções para alguém quando as suas funções eram exactamente contraditórias relativamente às suas atitudes.
Sinto-me impotente, porque eu quase sempre assumo essas obrigações, quando eu não possuo a mínima responsabilidade de tal facto.


Desculpa de a completa resolução se encontrar distante do meu alcance.


Redigido a 17 de Março de 2012

sábado, 19 de maio de 2012


Nunca sabemos o quanto somos fortes quando a última alternativa é simplesmente o sermos 
Parabéns Prima ♥

quarta-feira, 16 de maio de 2012


" Acredita Arco-Íris  eu sei o que é ir para a escola, um lugar que já não é de forma nenhuma suportável e finalmente ir para casa, para o nosso suposto refúgio e encaramos um ambiente pesado em cima da nossa enfraquecida alma. Parece que mais ninguém se quer importar do nosso bem-estar. "

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011


Gosto do Natal pela simples magia que a palavra só por si transmite. Pela busca incessante da prenda e lembrança perfeita que arrancará inevitavelmente aquela essência no sorriso do presenteado e aquela alegria abundante no olhar que compensa qualquer esforço e frustração que tenha ocorrido na sua procura. Pelo convívio e a partilha risos, novidades, e ideias que constroem uma verdadeira ligação afectiva para além do tradicional laço sanguíneo e que reforçam o significado da palavra família.  O Natal é muito mais para além de luzes brilhantes e bolas cintilantes, isso são apenas adereços que associamos ao Natal e que nos fazem tomar consciência de que ele se aproxima e que devemos iniciar a tal busca.

Feliz Natal para todos vós.

sábado, 1 de outubro de 2011


Parabéns Minha Segunda Mãe, Adoro-te imenso ♥